Denúncia

“Quando vocês chegarem vai ter bastante fogo, na rota inclusive”,diz um dos brigadistas presos em Alter do Chão

A Polícia Civil do Pará divulgou parte das interceptações telefônicas, com autorização da justiça, que mostra um dos brigadistas presos, Gustavo de Almeida Fernandes, falando do fogos em Alter do Chão e comemorando o dinheiro arrecadado após os incêndios criminosos.

Gustavo também trabalha na ONG Saúde Alegria, que também foi alvo da “Operação Fogo Sairé” acusada de receber para os Brigadistas de Alter do Chão, as doações ONGs internacionais.

OS INCÊNDIOS

No dia 14 de setembro, o céu de Alter do Chão, distrito localizado a cerca de 37 quilômetros de Santarém, ficou vermelho por causa de uma grande queimada em uma área de preservação próxima ao local. A primeira equipe a chegar ao foco do fogo foi a Brigada de Alter, um grupo voluntário que atua na região amazônica. O Estado do Pará, então, pediu ajuda ao governo federal para controlar o incêndio.

Além dos brigadistas voluntários, atuaram no local soldados do Exército e uma equipe de 227 militares. A causa do incêndio era desconhecida até então, mas a polícia já trabalhava com a suspeita de um incêndio criminoso. O fogo demorou cerca de quatro dias para ser controlado, mas as equipes ficaram na região por mais alguns dias para monitorá-la.

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