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Opinião

Paulo Chaves e a máquina de moer reputações de Helder.

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Já se passaram mais de 20 anos e o caso da “escola base” ocorrido em São Paulo ainda é usado como mau exemplo de como a imprensa sensacionalista aliada a órgãos de investigação irresponsáveis podem acabar com a vida e a reputação de seres humanos honestos.

Nem a sentença de absolvição dos réus, acusados de fazer orgias com crianças de 4 anos em uma creche, pôde trazer de volta a paz e a honra perdidos pela perseguição que o casal sofreu pela imprensa na época

E isso é natural, uma árvore que cai na floresta faz muito mais barulho que tantas outras que são plantadas. Absolvições não dão boas matérias e na maioria das vezes sequer são divulgadas nos meios de comunicação.

Helder Barbalho parece ter assimilado essa fórmula muito bem, quanto mais agora que possui os dois instrumentos para coloca-la em prática: os órgãos de investigação e a imprensa.

Não faz muitos dias que o delegado geral da polícia civil instaurou inquérito para investigar possível “fake news” noticiado aqui neste site. Qual é o número do inquérito? Nós fomos chamados a depor? Será que existe mesmo esse inquérito?

Se não existir não faz a menor diferença aos verdadeiros interessados, uma vez que, se chegar ao MP dali não passará pois não há tipicidade na conduta. Se não é para reunir elementos para uma possível denúncia, para que se prestaria então esse inquérito? A resposta é simples: para imprensa é claro.

A fórmula é tão velha quanto eficaz. Os órgão de investigação se lançam em busca de uma apuração sem qualquer fato de lhe dê supedâneo e a imprensa trata de fazer o trabalho sujo de divulgar.

Como não lembrar da devassa feita na campanha de 2018 no instituto Doxa que havia divulgado pesquisa em que Helder Barbalho aparecia, em pontos percentuais, atrás de seu adversário? No mesmo instante que a policia recolhia celulares e computadores os advogados-abutres de Helder já filmavam e divulgavam nas redes sociais.

É a famigerada máquina de moer reputações de Helder Barbalho.

A bola de vez foi o ex secretário de cultura do governo Jatene, Paulo Chaves.

Segundo noticiou em seu blog o jornalista Lúcio Flávio Pinto, a Auditoria Geral do Estado instaurou procedimento de responsabilização administrativa contra o arquiteto Paulo Chaves Fernandes fazendo uma verdadeira devassa  na vida e bens da ex-esposa dele, Rosário de Fátima Souza Lima da Silva, e do filho mais velho.

O experiente jornalista questiona “Procedimento de rotina, apesar do seu ineditismo? Preocupação pela coisa pública ou perseguição? Mero cumprimento da lei ou indo além dela? Reparação de uma falha na administração anterior ou uma devassa para atingir o ex-governador Simão Jatene? Ou tudo isso e mais alguma coisa?”

Bingo!!!!

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