Opinião

Marina Silva confunde geografia paraense em 800 km

Marina Silva, política e ativista ambiental cometeu uma gafe sobre duas localidades paraenses que estiveram no centro das atenções por causa das queimadas na Amazônia. A fundadora da REDE sustentabilidade comentou sobre a operação “Fogo Sairé” que prendeu brigadista de Alter do Chão acusados de tocarem fogo na floresta para conseguirem recursos.

Marina classificou como “criminalização e perseguição de ONGs…”:

Na mesma postagem ele compartilha outro texto em que questiona a atuação da Polícia Civil e fala do Dia do Fogo indicando que a operação de Alter deveria prender os responsáveis pelo que aconteceu em Novo Progresso, localidades paraenses com 800 km de distâncias entre si.

É claro Marina, a postura de pedir punição para as responsáveis por esses dois crimes deveria ser o posicionamento de qualquer pessoa sensata e que defende o meio ambiente.

Os pecuaristas e fazendeiros que tocaram fogo em Novo Progresso cometeram um crime, devem ser intensificados e punidos.

Os ambientalistas que tocaram fogo em Alter do Chão cometeram um crime e também devem ser punidos.

Marina Silva, será que é tão difícil defender o certo e a justiça?

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