Opinião

Edmilson Rodrigues e sua realidade paralela tomada por ideias comunistas ultrapassadas

Edmilson Rodrigues, principal político paraense do partido que já é incoerente no próprio nome, o tal de Socialismo e Liberdade (PSOL), é um típico comunista brasileiro que coloca nas costas do “neoliberalismo” todos os males do mundo.

Tudo é culpa do neoliberalismo, dos capitalistas, dos empresários gananciosos e malvadões; do lucro, da ganância e do egoísmo.

E por isso ele defende um sistema oposto, coletivista, que coloca tudo centrado nas mãos de políticos todas as diretrizes econômicas e sociais. Na concepção de Edmilson Rodrigues, o governo ( e por tabela aqueles que estão no seu comando) teria uma áurea divina, igual a Deus, olhando todos e por todos.

Mas a realidade, que é o que mais importa, mostra que todas as tentativas de implementar o comunismo que Edmilson tanto defende, descambaram para mortes, regimes extremamente autoritários e cerceadores das liberdades individuais.

Hoje Edmilson Rodrigues usou a pandemias do coronavírus para criticar o neoliberalismo.

Vejam só. Não há 38 milhões de pessoas na informalidade à toa.

Primeiro ponto: Edmilson demoniza empresários, defende políticas econômicas que destroem riqueza (o que significa que geram desemprego), se posiciona contra qualquer projeto para tirar o país da crise, defende leis trabalhistas que prejudicam os mais pobres de acessarem o mercado formal.

Segundo ponto: Edmilson Rodrigues esquece, por conveniência e desonestidade intelectual, que a explosão da informalidade no Brasil aconteceu justamente por causa da crise econômica provocada pelo governo Dilma e o PT, inclusive o deputado paraense tem grande afeto e se inspira.

Terceiro e último ponto: Edmilson Rodrigues além de “esquecer” de quem criou a crise atual pelo qual o Brasil tenta sair e defender políticas antimercado, ignora a falha do ESTADO BRASILEIRO em dar assistência aos mais pobres. Um país que gasta 65% do orçamento em salários, pensões e aposentadorias e, paralelo, não consegue oferecer saúde, educação e saneamento aos seus cidadãos mais pobres, não tem como dar certo.

Um país que gasta mais com um deputado como Edmilson Rodrigues e deixa “Dona Maria”, lá da Terra Firme, ao relento, não tem como dar certo. São essas distorções que ED não consegue enxergar, o que não é anormal, já que o mesmo já disse que seu salário de R$ 33 mil é razoável, não se reconhece como sendo do topo da elite deste país, sendo financiado, pelo 200 milhões de brasileiros, incluindo os 38 milhões que estão na informalidade.

Edmilson Rodrigues vive num mundo paralelo perdido em suas teorias ultrapassadas.

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